Professora e alunas icoenses estão em São Paulo e representam o Icó na Febrace 2014

"Já estamos em São Paulo. Pede para a população icoense curtir e compartilhar. Abraços!".

Esta foi a primeira mensagem enviada ao Icó é Notícia pela professora Francisca Claudiana e as estudantes Alana Angelim e Paloma Raquel, da Escola Estadual de Ensino Profissionalizante [EEEP] Deputado José Walfrido Monteiro e que representarão o Icó na 12ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia [Febrace].

O trio icoense faz história e participa do evento acontece em São Paulo e é promovido pela USP com o projeto "Os impactos do tombamento na vida dos moradores do sitio histórico: choque entre a modernidade e a memória".

O feito inédito representa o Icó e integra uma seleta lista dos projetos finalistas da Febrace que estarão presentes na mostra de projetos finalistas da Febrace, que acontece entre a terça-feira [18] e quinta-feira [20]. 

A cerimônia de abertura acontece na tarde da próxima terça-feira [18] e diversos eventos da programação terão a transmissão ao vivo, incluindo o "Painel de Apresentação dos Finalistas ao Prêmio Professor Destaque - FEBRACE 2014", do qual estará presente a professora da EEEP de Icó, Francisca Claudiana.

As apresentações dos projetos acontecem no endereço abaixo e o projeto icoense estará na estande de Humanas, conforme mapa abaixo.

MOSTRA DE FINALISTAS -

Tenda de Eventos da FEBRACE - estacionamento da EPUSP
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo [EPUSP]
Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº380
Cidade Universitária - São Paulo - SP


PROJETO DE ICÓ - "Esse projeto tem aproximadamente dois anos e nós começamos com um problema típico da cidade. Porque nós sabemos que o tombamento aqui na cidade, ele é motivo, muitas vezes, de muitas discussões. E a população icoense, apesar de ter essa rica história, de ter esse bem tombado, esse sítio histórico, a gente sabe que existe muito conflito com o poder público, principalmente com o IPHAN, sobre as intervenções no patrimônio histórico. E as meninas [alunas], pensando neste problema, elas foram investigar isso, essa dificuldade da população valorizar a história da nossa cidade", pontuou a professora Claudiana em entrevista ao programa Rubens Brasil, da Brasil FM.

"Começamos a pesquisar, eu oriento elas, e começamos a nos inscrever em feiras científicas. Essas feiras são competições de conhecimento, onde nós apresentamos os nossos projetos e os melhores são premiados", continuou a docente.

O projeto vem de sequências de apresentações em eventos regionais, estaduais e nacionais, com convite internacional. "Nesses dois anos, nós obtivemos várias vitórias. Nós conseguimos participar da feira estadual, da feira regional, participamos do MOCINN [Movimento Científico Norte e Nordeste], onde fomos premiados, e fomos selecionados para uma feira internacional, onde estraríamos representando o Brasil e concorrendo com 71 países, mas infelizmente a gente não pode participar", finalizou a professora Claudiana.
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Publicado por Jornalismo

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